
Ok, eu havia traido a confiança dele, tinha-o traído, preferindo fazer o mach-up com meu ex namorado e pretendente incansável a fazer com meu namorado que havia largado tudo por mim, se eu pudesse me sentir mais miserável morreria.
ele ainda não tinha chegado ao final do corredor, eu queria correr, segura-lo e pedir perdão, mas mais uma vez meu egoísmo e desejo de popularidade não deixaram. Peguei meu material como se nada tivesse acontecido e sai para o tempo incerto de quarta feira sentindo meu coração se quebrando aos poucos.
Dois dias. Haviam se passado dois dias e Jesse mal me olhava, e quando o fazia preferia queimar viva. Mais uma hora no coral encarando Finn e Jesse, não sabia por quanto tempo agüentaria aquilo, eu evitava Finn e Jesse me evitava era um bom triangulo. Ao contrario de todas as chances estava me sentindo tão miserável que pela primeira vez desejei com todas as forças que Msr. Shue não me fizesse cantar, e como para me contrariar foi a primeira frase que ele disse.
-Rachel, encontrei uma nova música pro clube, um solo seu.
Levantei encarando meus sapatos e parei ao lado do piano, peguei a letra, a música era da miley cyrus, the climb, uma letra fácil e com poucas notas altas, mas principalmente rápida. As notas começaram a soar enquanto me focava em não olhar pra frente, e então aconteceu, provavelmente o maior drama da minha vida, minha voz, havia sumido.
Comecei a cantar totalmente desafiando, e quanto mais eu forçava minha voz a encontrar a afinação certa pior ficava. Olhei pra todos ao redor, pareciam tão confusos quanto eu, isso nunca havia me acontecido na vida, eu havia fracassado no que devia ser minha principal habilidade o que me tornaria uma estrela. Sai correndo.
Corri pra fora da escola, dei graças por estar chovendo o que deixava as cheries na quadra coberta e o campo de futebol vazio, pra mim e meu fracasso.sentei na arquibancada, a letra ainda na minha mão era uma pagina amassada e molhada, mas eu não precisava dela, comecei a cantar todas as músicas que sabia, todas e nada, minha voz continuava horrível. Estava encharcada, humilhada, sozinha e acabada.
Jesse sentou do meu lado, eu não conseguia olha-lo, que dizer, ele tinha se apaixonado por mim antes, a Rachel cantora, agora eu era a Rachel traidora e desafinada, e ele continuava o perfeito príncipe. Continuei chorando olhando pros meus sapatos que estavam um nojo, meus pais gays iriam me matar, se eu não tentasse antes. Então Jesse me abraçou. Ele simplesmente me abraçou e tudo sumiu, o que aquilo significava, havíamos voltado, mesmo com a voz horrorosa ele me aceitaria de volta. A voz, lembrei dela e voltei a chorar, nunca mais poderíamos fazer românticos duetos. Ele me abraçou com mais força, e ficamos assim por um tempo.
-está tudo bem.
-não, não tem nada bem, eu nunca mais vou cantar, nunca mais serei uma estrela, e você nunca mais vai me amar. Não tem nada bem.
-Rachel, eu ainda amo você, mesmo falando demais, sendo egoísta, ganaciosa, egocêntrica e péssima cantora, eu ainda amo você.
-mas...
-você só tem que me prometer que não vai mais partir meu coração.
Concordei silenciosamente, parte da dor havia sumido, quase toda ela na verdade.
-acho melhor voltarmos, não quero que fique resfriado por minha causa, basta um sem voz no clube.
-calma a sua voz vai voltar.
-Você acha.
-claro, você sempre consegue tudo que quer.
ele ainda não tinha chegado ao final do corredor, eu queria correr, segura-lo e pedir perdão, mas mais uma vez meu egoísmo e desejo de popularidade não deixaram. Peguei meu material como se nada tivesse acontecido e sai para o tempo incerto de quarta feira sentindo meu coração se quebrando aos poucos.
Dois dias. Haviam se passado dois dias e Jesse mal me olhava, e quando o fazia preferia queimar viva. Mais uma hora no coral encarando Finn e Jesse, não sabia por quanto tempo agüentaria aquilo, eu evitava Finn e Jesse me evitava era um bom triangulo. Ao contrario de todas as chances estava me sentindo tão miserável que pela primeira vez desejei com todas as forças que Msr. Shue não me fizesse cantar, e como para me contrariar foi a primeira frase que ele disse.
-Rachel, encontrei uma nova música pro clube, um solo seu.
Levantei encarando meus sapatos e parei ao lado do piano, peguei a letra, a música era da miley cyrus, the climb, uma letra fácil e com poucas notas altas, mas principalmente rápida. As notas começaram a soar enquanto me focava em não olhar pra frente, e então aconteceu, provavelmente o maior drama da minha vida, minha voz, havia sumido.
Comecei a cantar totalmente desafiando, e quanto mais eu forçava minha voz a encontrar a afinação certa pior ficava. Olhei pra todos ao redor, pareciam tão confusos quanto eu, isso nunca havia me acontecido na vida, eu havia fracassado no que devia ser minha principal habilidade o que me tornaria uma estrela. Sai correndo.
Corri pra fora da escola, dei graças por estar chovendo o que deixava as cheries na quadra coberta e o campo de futebol vazio, pra mim e meu fracasso.sentei na arquibancada, a letra ainda na minha mão era uma pagina amassada e molhada, mas eu não precisava dela, comecei a cantar todas as músicas que sabia, todas e nada, minha voz continuava horrível. Estava encharcada, humilhada, sozinha e acabada.
Jesse sentou do meu lado, eu não conseguia olha-lo, que dizer, ele tinha se apaixonado por mim antes, a Rachel cantora, agora eu era a Rachel traidora e desafinada, e ele continuava o perfeito príncipe. Continuei chorando olhando pros meus sapatos que estavam um nojo, meus pais gays iriam me matar, se eu não tentasse antes. Então Jesse me abraçou. Ele simplesmente me abraçou e tudo sumiu, o que aquilo significava, havíamos voltado, mesmo com a voz horrorosa ele me aceitaria de volta. A voz, lembrei dela e voltei a chorar, nunca mais poderíamos fazer românticos duetos. Ele me abraçou com mais força, e ficamos assim por um tempo.
-está tudo bem.
-não, não tem nada bem, eu nunca mais vou cantar, nunca mais serei uma estrela, e você nunca mais vai me amar. Não tem nada bem.
-Rachel, eu ainda amo você, mesmo falando demais, sendo egoísta, ganaciosa, egocêntrica e péssima cantora, eu ainda amo você.
-mas...
-você só tem que me prometer que não vai mais partir meu coração.
Concordei silenciosamente, parte da dor havia sumido, quase toda ela na verdade.
-acho melhor voltarmos, não quero que fique resfriado por minha causa, basta um sem voz no clube.
-calma a sua voz vai voltar.
-Você acha.
-claro, você sempre consegue tudo que quer.

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