
A lua estava tão linda e branca, que era impossível desviar meu olhar, o vento era quente e soprava carinhosamente em meu rosto fazendo meu cabelo dançar em volta de mim. Eu fechei os olhos rapidamente inalando o cheiro forte do mar que invadia meu quarto agradecendo por morar perto da praia. O céu estava da forma que eu gostava, vazio, apenas escuridão e a lua, como se apenas ela importasse, não solitária, mas única.
Eu queria me sentir assim, única, mas a única coisa que sentia era solidão ao meu redor, meu quarto apagado e vazio, meu corpo sentado na janela fitando uma rua vazia também, olhei novamente pra lua e não pude reprimir algumas lágrimas de descer. Eu era a própria culpada pela minha solidão? Era tão inacreditável que ele simplesmente ouve-se me deixado, como se procurar o sol fosse melhor do que o fantástico e apaixonante brilho da lua. Não que eu me achasse fantástica ou apaixonante.
Balancei minhas pernas no ar, isso as fez doer, eu simplesmente havia corrido tanto pra não pensar que a única coisa que vinha a minha mente era a dor incrível no meu corpo, pelo menos na primeira hora. Já deviam passar das onze da noite e não havia como ir correr de madrugada, e também não havia como fugir das lembranças. Olhei pra lua tentando esquecer do celular na cama, mas não consegui, nem a própria lua era o suficiente pra me fazer esquecer. Esperei ansiosamente os minutos se passarem e exatamente a meia noite e um enviei a mensagem mais dolorosa em meses ‘parabéns narigudo, te amo’’. Era tão básico que não dava pra acreditar que causavam toda a dor que eu sentia, a saudade de estar perto dele, nesse mesmo horário desse mesmo dia do ano passado eu tinha o puxado pela nuca e dado um beijo nele, e hoje tudo que podia fazer era mandar uma estúpida mensagem, e era bom que não esperasse resposta.
Olhei para a lua novamente e enxuguei uma lágrima do meu rosto, eu tinha evitado elas o dia todo e continuaria evitando. Eu devia tentar dormir, o dia seguinte prometia ser pior e eu teria que ter fôlego pra correr mais e fugir mais dos meus pensamentos, mas sabia que seria impossível dormir, ao invés de ficar rolando na cama, no escuro e no vazio preferi continuar sentada na minha janela, olhando a lua, sentindo o cheiro do mar e as saudades daquele tempo.
Eu queria me sentir assim, única, mas a única coisa que sentia era solidão ao meu redor, meu quarto apagado e vazio, meu corpo sentado na janela fitando uma rua vazia também, olhei novamente pra lua e não pude reprimir algumas lágrimas de descer. Eu era a própria culpada pela minha solidão? Era tão inacreditável que ele simplesmente ouve-se me deixado, como se procurar o sol fosse melhor do que o fantástico e apaixonante brilho da lua. Não que eu me achasse fantástica ou apaixonante.
Balancei minhas pernas no ar, isso as fez doer, eu simplesmente havia corrido tanto pra não pensar que a única coisa que vinha a minha mente era a dor incrível no meu corpo, pelo menos na primeira hora. Já deviam passar das onze da noite e não havia como ir correr de madrugada, e também não havia como fugir das lembranças. Olhei pra lua tentando esquecer do celular na cama, mas não consegui, nem a própria lua era o suficiente pra me fazer esquecer. Esperei ansiosamente os minutos se passarem e exatamente a meia noite e um enviei a mensagem mais dolorosa em meses ‘parabéns narigudo, te amo’’. Era tão básico que não dava pra acreditar que causavam toda a dor que eu sentia, a saudade de estar perto dele, nesse mesmo horário desse mesmo dia do ano passado eu tinha o puxado pela nuca e dado um beijo nele, e hoje tudo que podia fazer era mandar uma estúpida mensagem, e era bom que não esperasse resposta.
Olhei para a lua novamente e enxuguei uma lágrima do meu rosto, eu tinha evitado elas o dia todo e continuaria evitando. Eu devia tentar dormir, o dia seguinte prometia ser pior e eu teria que ter fôlego pra correr mais e fugir mais dos meus pensamentos, mas sabia que seria impossível dormir, ao invés de ficar rolando na cama, no escuro e no vazio preferi continuar sentada na minha janela, olhando a lua, sentindo o cheiro do mar e as saudades daquele tempo.

