
A briga havia sido feia, agora de cabeça fria Hannah podia ver com clareza todos seus erros, e mesmo que ainda achasse os deles piores sabia que devia pedir desculpas.
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Sentado no sofá de casa Fred começou a escrever uma carta, a discussão da noite anterior tinha deixado fora de si, havia dito muitas coisas sem pensar, coisas que não queria dizer. Pegou uma caneta e começou a escrever.
‘Desculpa, devia ter escutado mais, ter prestado mais atenção, mas às vezes isso me sufoca... ’
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Pegou um papel, com cuidado colocou a xícara com chá longe evitando um acidente, ela era muito desastrada. Começou a escrever.
‘desculpa talvez eu tenha exagerado, na verdade eu exagerei, mas fiquei louca por ter esquecido... ’
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‘... Tem muitas coisas pra lembrar, seu sorriso, sua voz quando acorda totalmente esganiçada, o fato que gosta de conversar quando toma banho, o jeito que tem de quebrar tudo que está a um raio de cinco metros, seu sorriso que me faz tremer... ’
-
‘... lembro demais, de todos aqueles dias de verão, do modo como seu cabelo é de manhã, e como você fica mau humorado, todos os tombos que você impediu que acontecesse e os objetos colados pela casa com o super Bond que roubei da sua gaveta, e seu abraço que me faz voar...’
-
‘... estou arrependido, e com saudades das suas piadas sem graça, talvez você me desculpe se eu prometer um tubo novo de super Bond, ou talvez você me desculpe por que te amo. Sinto saudades. ’
Dobrou a carta, parecia ter ficado boa, colocou em um envelope. Fred pensou em colocar no correio, mas sabia o endereço melhor que o carteiro, guardou a carta no bolso. Pegou as chaves do carro e saiu, tinha uma carta a entregar em certa casa.
-
‘... Milionésima briga, estou com saudades de você, com saudades de apenas você escutar minhas piadas idiotas e fazer meu chá, também tenho saudades do seu super Bond e dos seus olhos. Tenho saudades até da sua voz estressada. Pode voltar logo? Eu te amo. ’
Colocou a carta em um envelope, ficou parada sentada na mesa pensando no que fazer. Resolveu que entregar pessoalmente era a melhor opção, pegou a chave do seu carro velho, ele estava com pouca gasolina, mas dava pra chegar lá, voltar eram outros quinhentos. Saiu de casa e ligou o carro, olhou rapidamente no espelho retrovisor e resolveu prender o cabelo. Saiu apressada, queria logo fazer as pazes.
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Sentado no sofá de casa Fred começou a escrever uma carta, a discussão da noite anterior tinha deixado fora de si, havia dito muitas coisas sem pensar, coisas que não queria dizer. Pegou uma caneta e começou a escrever.
‘Desculpa, devia ter escutado mais, ter prestado mais atenção, mas às vezes isso me sufoca... ’
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Pegou um papel, com cuidado colocou a xícara com chá longe evitando um acidente, ela era muito desastrada. Começou a escrever.
‘desculpa talvez eu tenha exagerado, na verdade eu exagerei, mas fiquei louca por ter esquecido... ’
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‘... Tem muitas coisas pra lembrar, seu sorriso, sua voz quando acorda totalmente esganiçada, o fato que gosta de conversar quando toma banho, o jeito que tem de quebrar tudo que está a um raio de cinco metros, seu sorriso que me faz tremer... ’
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‘... lembro demais, de todos aqueles dias de verão, do modo como seu cabelo é de manhã, e como você fica mau humorado, todos os tombos que você impediu que acontecesse e os objetos colados pela casa com o super Bond que roubei da sua gaveta, e seu abraço que me faz voar...’
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‘... estou arrependido, e com saudades das suas piadas sem graça, talvez você me desculpe se eu prometer um tubo novo de super Bond, ou talvez você me desculpe por que te amo. Sinto saudades. ’
Dobrou a carta, parecia ter ficado boa, colocou em um envelope. Fred pensou em colocar no correio, mas sabia o endereço melhor que o carteiro, guardou a carta no bolso. Pegou as chaves do carro e saiu, tinha uma carta a entregar em certa casa.
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‘... Milionésima briga, estou com saudades de você, com saudades de apenas você escutar minhas piadas idiotas e fazer meu chá, também tenho saudades do seu super Bond e dos seus olhos. Tenho saudades até da sua voz estressada. Pode voltar logo? Eu te amo. ’
Colocou a carta em um envelope, ficou parada sentada na mesa pensando no que fazer. Resolveu que entregar pessoalmente era a melhor opção, pegou a chave do seu carro velho, ele estava com pouca gasolina, mas dava pra chegar lá, voltar eram outros quinhentos. Saiu de casa e ligou o carro, olhou rapidamente no espelho retrovisor e resolveu prender o cabelo. Saiu apressada, queria logo fazer as pazes.

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